Arquivo da categoria ‘Clipmark’

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An Unlikely Promoter Drives Nokia’s Push in Hollywood

Junho 24, 2008

clipped from www.nytimes.com

An Unlikely Promoter Drives Nokia’s Push in Hollywood

Indeed, it was. While once formidable competitors like Motorola struggle just to deliver their phones on time, Nokia wants to transform itself into a next-generation entertainment company. Last August, Nokia, the world’s largest cellphone maker, created Ovi, an Internet service and online music store. Its intent, analysts say, is to compete directly against Apple.

Nokia is also positioning itself as a promoter of social networking, with photo and video sharing and games for users of its cellphones. That is because Nokia predicts that in the next five years, mobile phone users will create 25 percent of the entertainment watched on so-called smartphones, like the iPhone and BlackBerries.

Nokia joined with Sony BMG and the Universal Music Group, which have agreed to give consumers a year’s worth of free downloads they can keep indefinitely as long as they buy and use specific Nokia models.

And to overcome Apple’s formidable lead in delivering digital entertainment to handheld devices,

wants to bridge the gap between musicians and filmmakers and their fans, allowing consumers to get exclusive concert video and recordings or collaborate directly with artists like the director Spike Lee, whom Nokia hired recently to oversee a mobile video sharing and social networking project.
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do conceito de representações sociais

Agosto 8, 2007
clipped from pt.wikipedia.org
As Representações Sociais têm em Moscovici sua primeira base teórica, em 1961, através da obra “A Psicanálise, sua imagem e seu público”. O objetivo da Teoria das Representações Sociais é explicar os fenômenos do homem a partir de uma perspectiva coletiva, sem perder de vista a individualidade.
Jodelet se incumbira de definir sinteticamente as representações sociais como “uma forma de conhecimento, socialmente elaborada e partilhada, tendo uma visão prática e concorrendo para a construção de uma realidade comum a um conjunto social” (apud Sá, 2004, p. 32).

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Ainda sobre mídia radical

Agosto 8, 2007
clipped from observatorio.ultimosegundo.ig.com.br
O fundamental para ele é que a comunicação seja sempre realizada entre pessoas ativas – ao mesmo tempo emissores e receptores -, que dão sustentaçãoo a tais meios. ‘A mídia radical não tem o objetivo de ser ‘mainstream’, de atingir milhões e milhões de pessoas – embora possa chegar a ser. Tem, muitas vezes, uma perspectiva local, com operações comunitárias. O que importa é que essa mídia se comunica dispondo de exemplos mais próximos de seu grupo e fala de necessidades que nem sempre estão na agenda das grandes corporações de comunicação’, comenta.

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uma definição de mídias radicais -conceito de John D.h. Downing

Agosto 8, 2007
clipped from observatorio.ultimosegundo.ig.com.br
O ponto de partida do autor para definir as mídias alternativas radicais é bastante heterodoxo. Segundo Downing, o conceito de meios de comunicação não se restringe aos tecnológicos, como rádio, TV, jornal e cinema. Na visão do escritor, as mídias radicais fogem da esfera hegemônica da indústria cultural e têm como caráter essencial algum tipo de intervenção crítica às posições dominantes. Ou seja, se encaixam na categoria midiática as canções populares, o grafite executado pelas gangues de jovens, o vestuário – as mídias têxteis-, o rock de garagem, o teatro de rua, os cartuns satíricos, a pornografia política, os vídeos caseiros, a internet, as rádios livres e outras expressões.

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